
55.00€ / pessoa
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Max : 4 adultos Min 1 adulto
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O nosso ponto de encontro, entre o antigo Colégio Luso-Internacional e a Fortaleza do Castelo do Queijo. O local é espaçoso, de excelente piso, e fica em frente do parking subterraneo da rotunda. Our meeting point, near the Castelo do Queijo, where we have a nice basic training, before starting the tour. |
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Deslisaremos pelo Parque da Cidade, o maior parque urbano do nosso país, projecto do arq. Sidónio Pardal, iniciado em 1993 e terminado em 2002. Na sua concepção paisagística utilizam-se muitas das técnicas tradicionais da construção rural, o que confere ao parque uma expressão intemporal, naturalista e uma estrutura com grande poder de sobrevivência. A presença da pedra proveniente de demolições de edifícios e de outras estruturas, assume uma característica preponderante deste parque, onde a construção de muros de suporte de terras, estadias, charcos drenantes para a retenção de águas das chuvas, descarregadores de superfície dos lagos, tanques, abrigos, bordaduras de caminhos e pavimentos, criam uma ideia rural e campestre. Parque da Cidade: This park, with the extent of fifty hectares on its first stage, is the largest green area in the city of Porto. After having been included in the urban ordering plan of the architect Robert Auzelle in the sixties, it opened to the public in 1993. A project of the architect Sidónio Pardal, this is a non-codified open space that renews contact with nature. The park is being extended (for another forty hectares) to the avenue by the sea. |
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O Pavilhão da Água, um dos mais visitados na Expo 98, é o equipamento perfeito para experimentar a importância da água e as suas aplicações diárias, lúdicas e científicas. Water Pavillon (former Expo98 water pavillon) On week days this lab Works as a complement to the school visits, as to awake interest amongst young audiences towards science through simple experimenting and observing activities, always about water, as an essential element for life over Earth. |
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O Núcleo Rural de Aldoar foi inaugurado em 2002,. Os espaços recuperados sob a autoria dos arquitectos João Rapagão e César Fernandes, perpetuam a memória do Porto Rural e das suas características edificadoras, respeitando a identidade patrimonial e cultural das construções. Aí, podemos encontrar vários equipamentos um restaurante, um salão de chá com esplanada e um picadeiro para o uso do Clube de Póneis e um Centro de Educação Ambiental, onde são realizadas várias actividades no âmbito da protecção do meio ambiente, dirigidas ao público escolar em geral.
The Rural Center, part of the Urban Park, with a set of equipement carefully designed to be part of the original rural architecture |
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A frente maritima do parque urbano desmboca na praia de Matosinhos, onde existe uma variedade de esplanadas, escolas de surf, e a grande frente maritima de Matosinhos.O Edifício Transparente constitui-se também como um elo de ligação com o Parque da Cidade, onde o verde é a cor predominante, inspirando tranquilidade.
The Urban Park connects directly to the atlantic seaside of the Matosinhos beach. |
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O Edifício Transparente nasceu do projecto do Arquitecto catalão Manuel de Solá-Morales, tendo sido posteriormente requalificado pelo Arquitecto português Carlos Prata. No seu interior tem um conjunto de lojas de artigos desportivos, Surf shop, Bicicletas e no pavimento de nivel com a praia, um conjunto de restaurantes de qualidade.
This modern glass building was projected by the Spanish architect Manuel Solá-Morales. It was re-furbished by Arq. Carlos Prata, to receive a set of shopping equipement. The ambiance is great . |
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Em Matosinhos, daremos uma olhadela ao passado, à lenda do Bom Jesus de Matosinhos. Datado do século XVIII e conhecido também por “Senhor do Espinheiro” ou “Senhor da Areia”, este monoptero de base quadrada, assinala o local onde, segundo a lenda, apareceu a imagem do Bom Jesus de Bouças, mais tarde conhecida por Senhor de Matosinhos. Esta escultura de Jesus, encontra-se no altar-mor da Igreja do Bom Jesus de Matosinhos. Terá sido esculpida por Nicodemos, personagem bíblica que com José de Arimateia retirou Cristo da cruz, e o depositou no sepulcro. Todos os anos é venerada na grande festa do Senhor de Matosinhos |
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Forte de S.Francisco Xavier , mais conhecido por Castelo do Queijo, contruido durante o período das guerras de restauração, entre 1651 e 1662 . Foi D. João IV que ordenou sua construção, em 1643. O Forte tem a denomi-nação popular de Castelo do Queijo, porque assenta numa pedra enorme de forma arredon-dada (em forma de queijo), local sagrado para os celtas, que aí realizavam o seu culto. Projecto do Engenheiro frances Miguel Lescole, cujo nome está associado a outras fortificações identicas do norte do Minho (Valença Monção), e também à aula de Fortificações de Viana do Castelo, onde se formaram arquitectos e engenheiros que viriam a influenciar a arquitectura minhota. O seu uso ficou limitado a essa época, porque em 1717 já seria considerado ultrapassado. Nessa época já se construía segundo o método de Vauban, com baluartes em angulo, como as fortalezas de Viana, Valença e Almeida. Durante as invasões francesas não teve qualquer actividade, mas já durante as guerras liberais, foi ocupado pelas tropas Miguelistas.Em 1846, durante a Guerra da Patuleia foi alvo de disparos de uma fragata que muitos estragos lhe causaram. Em 1890, o Castelo do Queijo passou para a dependência da Guarda Fiscal. Curiosamente, na segunda metade do século XIX a seu lado seria construído o primeiro campo de aviação do Porto: dai descolaram os primeiros voos feitos sobre a cidade.
Castelo do Queijo : Built in the 17th century to protect the coast from the pirates of North Africa, it is located on a cheese-shaped rocky hill, thus obtaining the name Castelo do Queijo (Cheese Castle). |
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O Jardim da Foz obra de 1914, ficou renovado após Porto2001. É de destaque o conjunto de caminhos em rampa e os arrajnos floristicos. De cima desfrutamos de uma excepcional vista sobre os rochedos metamórficos da praia, e do percurso ao nivel da praia, em deck de madeira, que percorreremos mais tarde quando de regresso ao nosso ponto de partida. |
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O Homem do Leme, de Américo Gomes, em 1934, ano em que o antigo Palácio de Cistal recebeu a Feira Colonial. Trata-se de uma homenagem aos mestres dos bacalhoeiros, que se aventuravam nos mares do atlantico norte. (No percurso Porto-Ribeirinho passaremos por um edificio-frigorifico ligado à pesca e conservação do Bacalhau)
A outra estátua do Salva-Vidas de Henrique Moreira de 1937, representa da comunidade piscatória deste local (Molhe de Carreiros) e o seu esforço de salvar as vidas dos muitos naufrágios que ocorreram nesta costa rochosa. |
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O Molhe de Carreiros, construido inicialmente em 1869, terá sido ampliado em 1882. Se no inicio serviria de proteção para a comunidade piscatória sair e entrar no mar, posteriormente tornou-se um local de passeio, com a sua electrificação e iluminação. Estamos na época anterior À construção do Porto de leixões, em que o Rio Douro era o ancoradouro oficial, sendo que por vezes a barra (Maré baixa) não permitia a entrada de navios, que aqui acostavam, esperando a maré alta. Serviu também para o desembarque do correio. Durante o séc. XIX começa a ser usado durante o período de verão, como apoio para uma prancha de saltos. |
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A Pérgola terá sido construida durante os anos 20 do séc.XX, e está em sintonia com o que na altura era a estética adequada aos passeios marítimos europeus. |
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O Pavilhão de Carreiros, que alberga um Pizza Hut, foi obra de um concurso de arquitectura de 1983. O antigo pavilhão de Carreiros tinha sido destruido, era intenção re-construir aqui um equipamento equivalente. |
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E chegamos à fornteira entre a Foz Nova dos "Manteigueiros" e a Foz Velha dos "Vareiros". O limite seria o ponto mais elevado do couto de S.João da Foz, o Monte da Senhora da Luz, onde existiu durante as guerras liberais um Forte, no mesmo local onde existe um apoio à navegação, o Farol da Senhora da Luz. Esta praia obviamente chama-se Praia da Luz. |
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No regresso ao ponto de partida deslizaremos pelo passeio ao nivel da praia, um passeio geológico onde passaremos pelas placas descritivas da formação destas rochas relacionadas com a Orogenia Cadomiana (610 e 550 milhões de anos) e a Orogenia Varisca ou Hercínica (320 e 270 milhões de anos), dois palavrões muito bonitos, mas que estão bem interpretados nos locais apropriados, entre a Praia dos Ingleses, e a Praia do Castelo do Queijo. |
